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COP 30: energia renovável nas discussões sobre mudanças climáticas
COP 30: energia renovável nas discussões sobre mudanças climáticas

COP 30: energia renovável nas discussões sobre mudanças climáticas

Autor do post Luisa
Data do post 14 / mar / 2025
Tempo de leitura NaNmin de leitura

A COP30, Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2025, acontece em novembro, em Belém (PA), e marca uma década do Acordo de Paris, um momento global no combate às mudanças climáticas. O tratado internacional que visa a redução da emissão de gases do efeito estufa, principais responsáveis pelo aquecimento global.

As metas de limitar o aumento da temperatura global a 1,5°C e os compromissos de financiamento climático serão tópicos centrais para monitorar o progresso desde a COP29, realizada em 2024 no Azerbaijão, e acelerar ações futuras.

Os principais desafios, de acordo com o governo brasileiro, incluem alinhar os compromissos de países desenvolvidos e em desenvolvimento em relação ao financiamento climático, garantir que as metas de redução de emissões sejam compatíveis com a ciência climática e lidar com os impactos socioeconômicos das mudanças climáticas em populações vulneráveis.

As energias renováveis são protagonistas nesse processo. Em especial, a energia solar que vem quebrando recordes ano após ano no Brasil e no mundo. Para o CEO da AXS Energia, Rodolfo de Souza Pinto, a COP30 será um marco global na luta contra as mudanças climáticas.

“É um momento único para o Brasil consolidar sua liderança na transição energética. O país tem um enorme potencial para ser referência em soluções sustentáveis, e a energia solar é peça-chave nessa transformação", avalia.

A COP 30

O evento reunirá líderes globais para discutir estratégias de combate às mudanças climáticas, com foco na redução de emissões de gases do efeito estufa, no financiamento climático e nos impactos socioeconômicos do aquecimento global.

O Brasil, como anfitrião, terá a chance de destacar seu potencial em energias renováveis, especialmente a energia solar e eólica, além de debater o papel da Amazônia na regulação do clima global.

A conferência deve impulsionar políticas públicas e investimentos sustentáveis, consolidando a liderança do país na transição energética e economia verde. "Mas precisamos de políticas públicas efetivas e incentivos que acelerem a adoção da energia solar em larga escala, garantindo um futuro mais limpo e resiliente para o planeta", alerta Souza.

O papel da energia solar na descarbonização

De acordo com o CEO da AXS Energia, a COP 30 deve dar ainda mais visibilidade à energia solar como uma solução concreta e acessível para a redução das emissões globais. O Brasil já é um dos líderes mundiais em geração solar distribuída, lembra, e este evento é a oportunidade para acelerar investimentos e políticas públicas voltadas para essa fonte limpa e renovável.

"A energia solar não é apenas uma alternativa, mas um caminho necessário para a redução das emissões de carbono. Com custos cada vez mais competitivos e tecnologia avançada, podemos substituir fontes fósseis de forma eficiente e sustentável, garantindo segurança energética e desenvolvimento econômico", avalia.

Energia solar acessível: um caminho para a inclusão energética

A disponibilização de energia solar por meio de cotas, como o serviço ofertado pela AXS, pode, de fato, contribuir para uma transição energética justa, pois permite que mais pessoas tenham acesso à energia renovável sem a necessidade de altos investimentos iniciais.

O sistema funciona como um modelo de compartilhamento, no qual consumidores podem adquirir frações da produção de uma usina solar remota e receber os créditos de energia na conta de luz.

Assim, a energia limpa se torna mais acessível, beneficiando famílias de baixa renda, pequenas empresas e comunidades vulneráveis que, de outra forma, não poderiam instalar painéis solares próprios.

Além do baixo custo, esse modelo impulsiona a democratização da energia, reduzindo a dependência de fontes fósseis, gerando empregos e fortalecendo a economia local, elementos essenciais para uma transição energética inclusiva e sustentável.

Souza lembra que investir em energia solar não é apenas uma questão ambiental, mas também social e econômica. A geração distribuída e os grandes projetos solares geram empregos, impulsionam a inovação e garantem acesso a uma energia mais barata e sustentável para milhões de pessoas.

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