Blog da AXS Energia
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O possível retorno do fenômeno El Niño em 2026 já começou a gerar dúvidas entre brasileiros sobre as condições climáticas como calor extremo e chuvas irregulares, aumento da conta de luz e impactos ambientais. E não é por acaso: especialistas apontam uma alta probabilidade de formação do fenômeno ainda no segundo semestre deste ano. Mas afinal, o que isso significa na prática? E como a energia solar pode ajudar o Brasil a enfrentar esse cenário de forma mais sustentável? O que é o El Niño? O El Niño é um fenômeno natural causado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial. Esse aquecimento altera a circulação atmosférica e influencia diretamente o clima em diversas partes do mundo, incluindo o Brasil. Segundo análises recentes do INPE e da NOAA, existe mais de 80% de chance de o El Niño se desenvolver em 2026, com possibilidade de impactos mais fortes entre a primavera e o verão de 2026/2027. Como o El Niño pode afetar o Brasil em 2026? Os efeitos do El Niño variam de região para região, mas os principais impactos esperados incluem: • Temperaturas acima da média• Ondas de calor mais frequentes• Chuvas irregulares e períodos prologados de seca no Sudeste e Centro-Oeste• Risco de estiagem no Norte e Nordeste• Aumento de temporais e enchentes no Sul Além disso, especialistas alertam que o fenômeno acontece em um contexto de aquecimento global, o que potencializa eventos extremos. Qual a relação entre El Niño e conta de energia? Muita gente não sabe, mas o clima influencia diretamente o setor elétrico brasileiro. A possível formação de um novo episódio de El Niño em 2026 acendeu um alerta no setor elétrico brasileiro justamente pelos impactos que o fenômeno pode causar na conta de energia. Segundo estudo da Nottus, o El Niño tende a elevar as temperaturas no Sudeste e Centro-Oeste, aumentando o uso de ar-condicionado, ventiladores e outros equipamentos de refrigeração, o que amplia o consumo de eletricidade. Além disso, a redução das chuvas no Norte e Nordeste pode afetar os reservatórios das hidrelétricas, pressionando a geração de energia no país. Com menor oferta hídrica e maior demanda, cresce a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado. Na prática, isso pode significar: • Maior risco de bandeiras tarifárias• Energia mais cara• Pressão sobre o sistema elétrico• Aumento do consumo devido ao calor intenso e uso de ar-condicionado Especialistas do setor elétrico já monitoram os possíveis impactos do El Niño sobre os reservatórios e o consumo de energia no país. Energia solar pode ajudar durante o El Niño? Sim! E esse é um dos pontos mais importantes da discussão. A energia solar exerce um papel estratégico ao fortalecer a diversificação da matriz elétrica brasileira e reduzir a dependência de fontes altamente sensíveis às condições hidrológicas. Entre os principais benefícios estão:• maior segurança energética;• apoio à redução dos impactos de crises hídricas;• expansão de uma geração distribuída e descentralizada;• redução de custos com energia elétrica;• fortalecimento da transição para uma matriz mais resiliente e sustentável.Hoje, o Brasil já está entre os países com maior crescimento em energia solar no mundo, justamente por possuir um dos maiores potenciais de irradiação solar do planeta. Sustentabilidade: por que essa conversa ficou ainda mais importante? O debate sobre El Niño também reforça uma questão urgente: a necessidade de acelerar soluções sustentáveis. Eventos climáticos extremos estão cada vez mais frequentes, e especialistas apontam que as mudanças climáticas intensificam os efeitos do El Niño. Nesse cenário, investir em fontes renováveis não é apenas uma tendência, é uma estratégia para construir um sistema energético mais resiliente, limpo e preparado para o futuro. A transição energética deixou de ser apenas uma pauta ambiental. Hoje, ela também envolve: • Segurança energética• Economia financeira• Previsibilidade de custos• Responsabilidade ambiental O que podemos esperar para os próximos meses? Embora ainda existam incertezas sobre a intensidade do fenômeno, meteorologistas afirmam que os próximos meses serão decisivos para confirmar a evolução do El Niño em 2026. Enquanto isso, cresce a importância de empresas, consumidores e cidades se prepararem para um cenário de maior instabilidade climática e energética. Como a AXS Energia entra nessa transformação? Em um cenário de calor extremo, possíveis aumentos na conta de luz e necessidade de soluções mais sustentáveis, a energia solar por assinatura surge como uma alternativa inteligente para consumidores e empresas. A AXS Energia acredita que sustentabilidade também precisa ser acessível, simples e economicamente vantajosa. Por meio da energia solar por assinatura, é possível reduzir custos na conta de energia sem obras ou instalação de placas, ao mesmo tempo em que se contribui para uma matriz energética mais limpa e preparada para os desafios climáticos do futuro. Porque falar sobre El Niño também é falar sobre o futuro da energia no Brasil.Fonte: https://veja.abril.com.br/agenda-verde/a-ameaca-do-el-nino-ao-sistema-eletrico-brasileiro/https://nottus.com.br/noticias/el-nino-entenda-os-impactos-do-fenomeno-no-clima/https://www.gov.br/inpe/pt-br/assuntos/ultimas-noticias/o-que-precisamos-saber-sobre-o-el-nino-e-seus-impactos-para-o-brasil
Entenda como as bandeiras tarifárias funcionam e por que elas podem deixar sua conta mais cara Quem acompanha a conta de luz já deve ter percebido mudanças frequentes nos valores cobrados ao longo do ano. Em muitos casos, isso acontece por causa das chamadas bandeiras tarifárias: um sistema criado para indicar o custo da geração de energia no país. Quando as condições de produção de energia ficam mais caras, o consumidor sente diretamente no bolso. E estados como Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Paraná, onde o consumo residencial e comercial cresce constantemente, também sofrem os impactos dessas alterações. Neste conteúdo, você vai entender: • o que são as bandeiras tarifárias;• como elas funcionam;• o que mudou recentemente;• e como reduzir os impactos na conta de energia. O que é bandeira tarifária? A bandeira tarifária é um sistema criado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) para informar ao consumidor se o custo da geração de energia está mais barato ou mais caro naquele período. Na prática, funciona como um aviso: • quando a geração está em condições favoráveis, a conta sofre menos impacto;• quando o país precisa utilizar fontes mais caras, como termelétricas, há cobrança adicional na conta. As bandeiras são divididas em cores. O que significa cada bandeira na conta de luz? Bandeira verde Indica condições favoráveis de geração de energia. Não há cobrança extra na conta. Bandeira amarela Sinaliza aumento moderado nos custos de geração. O consumidor passa a pagar um valor adicional a cada 100 kWh consumidos. Bandeira vermelha patamar 1 Mostra que o custo da produção de energia aumentou significativamente. A cobrança adicional fica mais alta. Bandeira vermelha patamar 2 É o nível mais caro do sistema tarifário. Normalmente acontece em períodos de seca ou baixa nos reservatórios das hidrelétricas, exigindo acionamento intenso de usinas termelétricas. Por que as bandeiras mudam? As mudanças acontecem principalmente por fatores climáticos e operacionais, como: • nível dos reservatórios;• períodos de estiagem;• aumento do consumo;• custo de geração de energia;• necessidade de acionamento de termelétricas. Como o Brasil depende fortemente de hidrelétricas, períodos de pouca chuva costumam pressionar os custos do setor elétrico. O impacto das bandeiras tarifárias nos estados de MT, MG, GO, SP e PR Estados como Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais têm apresentado crescimento constante no consumo energético, impulsionado por agronegócio, comércio e expansão urbana. Já São Paulo e Paraná concentram grande demanda residencial e industrial, o que torna o custo da energia ainda mais sensível às mudanças tarifárias nacionais. Nos últimos ciclos tarifários, consumidores dessas regiões enfrentaram: • aumento no valor final da conta;• maior oscilação nos custos mensais;• dificuldade de previsibilidade financeira. Para empresas, esse impacto pode afetar diretamente: • margem operacional;• fluxo de caixa;• custo fixo mensal. E para famílias, pesa no orçamento doméstico. Como as bandeiras impactam o valor da sua conta? Muitas pessoas acreditam que pequenas mudanças nas bandeiras não fazem diferença, mas o efeito acumulado pode ser significativo. Quanto maior o consumo: • maior o impacto;• maior a variação mensal;• maior a dificuldade de controle financeiro. Equipamentos como: • ar-condicionado;• freezers;• câmaras frias;• motores;• chuveiros elétricos;• equipamentos industriais; acabam ampliando ainda mais esse efeito. Existe forma de reduzir o impacto das bandeiras tarifárias? Sim. Além do consumo consciente, muitos consumidores têm buscado alternativas para reduzir a dependência das oscilações do mercado tradicional de energia. Uma das soluções que mais cresce no Brasil é a energia por assinatura. Nesse modelo, o consumidor continua recebendo energia normalmente pela distribuidora local, mas passa a ter acesso a créditos de energia gerados em fazendas solares. O principal benefício é a economia mensal na conta. Como funciona a energia por assinatura? Na energia solar por assinatura: • não é necessário instalar placas solares;• não existe obra;• não há custo de manutenção;• a adesão costuma ser simples. A economia acontece por meio da compensação de créditos de energia. Isso permite reduzir os custos da conta de luz de maneira mais previsível, mesmo em períodos de aumento tarifário. Vale a pena acompanhar as bandeiras tarifárias? Sim! Principalmente para entender por que a conta muda de um mês para outro. As bandeiras funcionam como um termômetro do setor elétrico brasileiro e ajudam o consumidor a: • planejar gastos;• reduzir desperdícios;• buscar alternativas mais econômicas. E diante das frequentes oscilações no custo da energia, soluções com maior previsibilidade vêm ganhando espaço entre consumidores residenciais e empresas. Economize com a AXS Energia A AXS oferece energia solar por assinatura para consumidores que desejam reduzir o valor da conta de luz sem precisar instalar placas solares. Com adesão simples e sem obras, você pode começar a economizar utilizando energia limpa e renovável. Conheça as regiões atendidas e descubra quanto sua empresa ou residência pode economizar.CADASTRA-SE
Assim como o streaming transformou o entretenimento e os bancos digitais mudaram a forma de lidar com o dinheiro, a energia solar está transformando o jeito de consumir energia no Brasil. O mundo mudou — e o consumo também Vivemos uma era em que a forma de consumir está em constante transformação. As pessoas deixaram de possuir para acessar, de comprar produtos para aproveitar experiências. Pense em como você assiste a um filme hoje. Antes, era preciso alugar um DVD ou comprar um box com seus títulos favoritos. Hoje, com um clique, você tem milhares de filmes e séries na Netflix, sem precisar de um só disco em casa. O mesmo aconteceu com a música: os CDs deram lugar ao Spotify, onde você ouve o que quiser, quando quiser. Essas mudanças têm algo em comum: conveniência, flexibilidade e autonomia. A energia também está passando por essa transformação Por décadas, o consumo de energia no Brasil seguiu o mesmo modelo: o cliente dependia da distribuidora local, pagando uma conta fixa sem saber de onde vinha a energia nem ter controle sobre o custo real. Mas isso está mudando. Com o avanço da geração distribuída, qualquer pessoa — física ou jurídica — pode ter acesso à energia solar sem precisar instalar painéis em casa. Assim como você não precisa comprar um DVD para assistir a um filme, não precisa ter placas solares no telhado para consumir energia limpa e sustentável.Com a AXS Energia, basta assinar um plano de energia solar e começar a economizar na conta de luz, contribuindo ao mesmo tempo com o planeta. É simples, prático e moderno — como tudo que já mudou no seu dia a dia. De bancos digitais a energia digital: a tecnologia como aliada Lembra de quando era preciso ir até o banco para resolver tudo? Hoje, aplicativos como o Nubank e outras fintechs transformaram o setor financeiro, oferecendo praticidade, transparência e autonomia. Com a energia, está acontecendo o mesmo. Graças à tecnologia e à inovação, a energia solar se tornou democrática e acessível. O consumidor deixou de ser apenas um pagador de contas e passou a ser parte ativa da transformação energética do país. A mudança não é só tecnológica — é também cultural. Estamos aprendendo a escolher de onde vem a energia que usamos e qual impacto ela tem no planeta. A nova era da energia: limpa, acessível e inteligente Consumir energia solar hoje é tão fácil quanto assinar um serviço de streaming. Você entra em contato, escolhe o plano ideal para o seu consumo e pronto: começa a economizar na conta de luz e a usar energia 100% renovável. Tudo isso sem investimento, sem instalação e com total transparência. O resultado? Mais economia. Mais sustentabilidade. E um passo importante rumo a um futuro energético mais consciente. A revolução começou — e é para todos A nova forma de consumir energia já é uma realidade no Brasil. Empresas, famílias e parceiros comerciais estão aderindo a esse modelo porque ele faz sentido econômico e ambiental. E, assim como aconteceu com os streamings e os bancos digitais, quem experimenta não volta atrás. É o início de uma era em que energia, tecnologia e sustentabilidade andam juntas — e a AXS Energia está no centro dessa transformação. O futuro da energia é agora O futuro da energia já chegou, e ele é limpo, simples e inteligente. Estamos vivendo uma mudança profunda na forma de consumir, produzir e pensar a energia. Mais do que uma inovação, essa é uma revolução energética — que está democratizando o acesso à energia solar em todo o país. E a AXS Energia está aqui para conectar você a essa nova realidade: energia solar compartilhada, sustentável e acessível para todos.
Responsáveis por 80% da polinização dos alimentos consumidos no planeta, as abelhas têm encontrado ambientes cada vez mais propícios nas usinas fotovoltaicas. É isso que comprova um estudo realizado pelo Argonne National Laboratory, um dos maiores e mais antigos laboratórios de pesquisa científica do Departamento de Energia dos Estados Unidos. De acordo com a pesquisa, as amplas áreas que proporcionam sombras e são livres de agrotóxicos, características das plantas solares, as transformam em habitats favoráveis para abelhas, borboletas e outros insetos. Nas áreas monitoradas que receberam plantas nativas, os cientistas perceberam aumento da população de insetos polinizadores em menos de cinco anos de observações. No final do estudo, a quantidade de abelhas nativas havia triplicado. Leia também: Desenvolvimento Sustentável: energia limpa e menos impacto ambiental com ajuda das abelhas. Usina fotovoltaica amigável no Brasil Mas isso não é novidade para a AXS Energia, que mantém, já desde 2023, o projeto Mel da Usina, em parceria com a startup Integrapis, uma iniciativa pioneira alinhada aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). “Com o projeto, mostramos que é possível aliar geração de energia limpa e preservação ambiental. A presença das abelhas contribui para a polinização da vegetação nativa, enquanto os espaços protegidos das placas solares oferecem um ambiente seguro para esses polinizadores essenciais”, conta Rodolfo Souza, CEO AXS Energia A parceria com a Integrapis O trabalho conjunto com a Integrapis começou na implantação do projeto na UFV Paulo Valias, em Minas Gerais. Durante visitas técnicas, foram encontradas no local colmeias de abelhas jataí - nativas brasileiras sem ferrão nas tubulações dos painéis - e de apis melífera - as conhecidas africanas, mais difundidas - nas caixas de passagem. As abelhas jataí não fazem parte do projeto, mas foram mantidas no local. A colmeia de abelhas apis mellifera teve seus indivíduos transferidos para os apiários, onde suas colônias, que podem reunir até 100 mil abelhas, passaram a integrar o programa de polinização e produção de alimentos.“É importante destacar que a iniciativa vai além: promove capacitação de moradores e funcionários no manejo de abelhas, gerando emprego e renda, além de estimular a produção de mel e aumentar a produtividade agrícola por meio da polinização. Também desenvolvemos ações educativas que fortalecem a consciência ambiental e a qualidade de vida das comunidades do entorno”, acrescenta Souza. Agora, entre os planos está a expansão, com aumento de 25 para 35 colmeias em Paulo Valias e do projeto para outras regiões, como Três Pontas e Três Corações, também em Minas Gerais. Na UFV Paulo Valias, já aconteceu a primeira colheita de mel. “Cuidar das abelhas é cuidar do futuro. Ao integrar a apicultura e energia solar, promovemos vida em todas as dimensões — da produção de mel à conservação da biodiversidade, tudo com energia limpa impulsionando esse ciclo virtuoso”, avalia o CEO da empresa. Energia limpa e preservação ambiental Pensar no planeta como um todo não é mais uma escolha, mas uma urgência, lembra Souza. “E a energia solar, em especial o nosso modelo de negócio de disponibilização por cotas, representa essa consciência em ação: economia para quem consome, sustentabilidade para o planeta e cuidado com a biodiversidade, inclusive com as abelhas, que fazem parte desse equilíbrio”, diz. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar), o modelo de distribuição de energia solar por meio de cotas pode proporcionar até 10% de economia aos consumidores, dependendo da região. Por esse motivo, avalia a entidade, o serviço vem crescendo e já está disponível em 1,1 mil municípios brasileiros, em todos os estados, e é utilizado por cerca de 300 mil imóveis. Além da economia, o consumidor tem a sustentabilidade como benefício adicional, já que a sua geração não emite gases poluentes, o que ajuda a descarbonizar a economia, melhorar a qualidade do ar e reduzir os efeitos das mudanças climáticas. Com iniciativas como a Mel da Usina, a AXS mostra que é possível transformar o jeito de consumir energia — com mais consciência, economia e impacto positivo para o planeta.
O movimento Zero Waste, ou Lixo Zero na tradução para a língua portuguesa, vem com o conceito principal de diminuir ao máximo a quantidade de resíduos gerada pelos seres humanos no planeta. Resíduo é todo o tipo de material que as pessoas “jogam fora”, como os restos de alimentos, embalagens, tecidos e, até mesmo, equipamentos eletrônicos fora de uso. Leia também: Altas temperaturas globais evidenciam urgência na transição energética A grande questão é que “fora”, na verdade, não existe, e qualquer um desses materiais descartados pode gerar um passivo ambiental - ainda que isso aconteça em locais considerados próprios, como os aterros sanitários, há liberação de gases nocivos pelo transporte e pela própria decomposição de materiais. Portanto, essa redução vai impactar diretamente na diminuição da emissão de gases do efeito estufa, responsáveis pelos efeitos das mudanças climáticas. Nessa tendência, a energia fotovoltaica se apresenta como uma solução, já que na sua produção, a emissão de gases já é menor, sua geração de resíduos é praticamente inexistente e os painéis usados para a captação de luz solar têm destino após o fim da sua vida útil. O que é e como surgiu o movimento Zero Waste O Zero Waste surgiu de uma iniciativa da Zero Waste International Alliance (ZWIA), como resposta à preocupação com a quantidade de resíduos gerados pelo ser humano ainda no século XX. O conceito tem cinco princípios básicos que ajudam a entender a sua essência e seguir seus direcionamentos: Recusar: dizer não a itens que podem gerar lixo desnecessariamente é o primeiro passo para quem quer aderir ao movimento. Nessa lista entram os produtos descartáveis plásticos como pratos, canudos, talheres, sacolas e embalagens que não podem ser reutilizadas; além dos que sejam mais embalados do que o necessário com materiais difíceis de reciclar. Reduzir: nesse passo, é fundamental o consumo consciente - adquirir o necessário e eliminar o excesso de roupas, calçados e eletrônicos, por exemplo. Além de gerar menos recursos, a pressão sobre os recursos naturais necessários para a produção de novos itens também diminui. Reutilizar: trocar as sacolas plásticas por sacolas de tecido é um bom modo de começar a aplicar esse princípio. Isso vale para garrafas de vidro e metal e copos de silicone. Outros produtos, como eletrônicos, podem ser consertados, doados ou comprados de segunda mão, incentivando a economia circular. Reciclar: o que não pode ser reduzido ou reutilizado, deve ser reciclado. E reciclar significa separar corretamente os materiais para que eles possam ser reaproveitados da melhor forma em novos produtos. Compostar: esse princípio vale para os resíduos orgânicos, que podem se transformar em adubo em composteiras, ao invés de irem para o aterro sanitário, onde vão gerar gás metano. Energia fotovoltaica reduz desperdício de recursos O movimento Zero Waste na energia fotovoltaica começa pela diminuição do desperdício: ao fazer a opção pela matriz sustentável, evita-se a queima de combustíveis fósseis das usinas térmicas e a geração dos seus subprodutos como cinzas e gases poluentes. Além disso, a geração distribuída (nas residências ou em usinas compartilhadas) reduz as perdas na transmissão de energia. Os equipamentos do sistema fotovoltaico também colaboram para o conceito, já que podem operar por mais de 25 anos. O CEO da AXS Energia, Rodolfo de Souza Pinto, lembra que os inversores, responsáveis por transformar a energia gerada pelos painéis em eletricidade utilizável, podem ser atualizados sem a necessidade de descarte integral do equipamento. “Além disso, a pesquisa em novas tecnologias já permite a reciclagem eficiente dos módulos solares, garantindo que os materiais retornem à cadeia produtiva. Estamos comprometidos não apenas em fornecer energia limpa, mas em criar soluções que otimizam recursos, reduzem resíduos e ajudam a construir um futuro mais equilibrado e sustentável”, confirma. Como fazer parte do movimento? Além de aderir à energia solar, o que pode ser feito com facilidade por meio da contratação de cotas em usinas fotovoltaicas compartilhadas como as da AXS Energia, existem muitas outras formas de aplicar o conceito Zero Waste no dia a dia. Pequenas mudanças de hábito, como reduzir o consumo excessivo, reutilizar materiais sempre que possível e optar por produtos com menor impacto ambiental, fazem a diferença na construção de um mundo mais sustentável. A energia fotovoltaica já é uma realidade acessível e alinhada a esse propósito, permitindo não apenas a redução do desperdício energético, mas também contribuindo para um modelo mais eficiente e consciente de consumo. Ao unir tecnologia, inovação e responsabilidade ambiental, avançamos rumo a um futuro com menos resíduos e mais equilíbrio para o planeta.
De acordo com dados do Ministério de Minas e Energia (MME), apenas entre os anos de 2013 e 2024, a tarifa de energia elétrica mais do que dobrou no Brasil, saindo de R$ 284,67/MWh para R$ 681,71/MWh. A dependência de energia hidrelétrica e a mudança constante no regime de chuvas, além de reajustes tarifários e instabilidades no setor elétrico estão por trás destes aumentos. Diante desse cenário, alternativas como a energia solar ganham força, permitindo economia e sustentabilidade. E, com a modalidade de disponibilização da matriz energética limpa por meio de cotas, o consumidor ainda tem todos esses benefícios, sem a necessidade de investir na instalação de painéis solares em casa ou empresa. Esse é o modelo de negócio adotado aqui pela AXS Energia. "O consumidor continua recebendo energia da rede elétrica normalmente, mas com o benefício de pagar menos e contribuir para uma matriz energética mais sustentável. É uma alternativa prática, transparente e alinhada às novas tendências de consumo responsável", explica o CEO da empresa, Rodolfo de Souza Pinto. A economia vem dos créditos gerados pela energia injetada na rede, reduzindo a conta de luz de forma simples e eficiente. Leia também: Energia solar tem melhor desempenho em 2024. O que esperar para 2025? Crescimento do consumo de energia solar no Brasil Alternativas como a contratação da energia solar por meio de cotas, somadas ao alto custo da energia elétrica e ao aumento da inflação no país, favorecem o crescimento da matriz energética limpa. O Brasil já está entre os seis maiores produtores de energia solar do mundo e, de acordo com o Ministério de Minas e Energia, apenas em 2024, adicionou 14,3 GW de energia solar fotovoltaica à matriz energética, superando 52 GW de capacidade operacional. Em investimentos, 2024 também foi um grande ano para o setor, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar). Foram mais de R$ 54,9 bilhões em novos aportes em 2024, somando as grandes usinas e os sistemas micro e minigeração distribuída. O resultado representa um crescimento de 30% em relação aos investimentos acumulados em 2023 no país. Desde 2012, o setor solar fotovoltaico trouxe ao Brasil mais de R$ 239 bilhões em investimentos totais. Modelo pode proporcionar até 10% de economia De acordo com a Absolar, o modelo de distribuição de energia solar por meio de cotas pode proporcionar até 10% de economia aos consumidores, dependendo da região. Por esse motivo,vavalia a entidade, o serviço vem crescendo e já está disponível em 1,1 mil municípios brasileiros, em todos os estados, e é utilizado por cerca de 300 mil imóveis. Para calcular a redução, é necessário considerar o consumo médio mensal em kilowatt-hora (kWh) e a tarifa da concessionária local. Com esses dados, define-se a quantidade de energia adquirida em cotas. Também é importante avaliar a eficiência do sistema e eventuais perdas na transmissão. A economia mensal será a diferença entre o custo da energia convencional e da adquirida via cotas. Mais vantagens da energia solar por cotas para o consumidor final Além da economia no valor final da conta de luz, o consumidor que opta pela energia solar por cotas, tem a sustentabilidade como benefício adicional, já que a sua geração não emite gases poluentes, o que ajuda a descarbonizar a economia e melhorar a qualidade do ar. "Cada quilowatt de energia solar consumido significa menos emissões de CO₂ e um impacto positivo no meio ambiente, sem abrir mão do conforto e da confiabilidade do fornecimento", reforça Souza. Como contratar O contrato do serviço da AXS Energia pode ser feito totalmente pelo site. Cada pessoa aluga uma cota fixa, proporcional ao consumo anual, que deverá ser paga mensalmente. Caso a cota mensal não seja atingida em um determinado mês, os créditos solares serão armazenados na sua carteira solar e ficarão disponíveis para uso por até 5 anos.
A COP30, Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2025, acontece em novembro, em Belém (PA), e marca uma década do Acordo de Paris, um momento global no combate às mudanças climáticas. O tratado internacional que visa a redução da emissão de gases do efeito estufa, principais responsáveis pelo aquecimento global. As metas de limitar o aumento da temperatura global a 1,5°C e os compromissos de financiamento climático serão tópicos centrais para monitorar o progresso desde a COP29, realizada em 2024 no Azerbaijão, e acelerar ações futuras. Os principais desafios, de acordo com o governo brasileiro, incluem alinhar os compromissos de países desenvolvidos e em desenvolvimento em relação ao financiamento climático, garantir que as metas de redução de emissões sejam compatíveis com a ciência climática e lidar com os impactos socioeconômicos das mudanças climáticas em populações vulneráveis. As energias renováveis são protagonistas nesse processo. Em especial, a energia solar que vem quebrando recordes ano após ano no Brasil e no mundo. Para o CEO da AXS Energia, Rodolfo de Souza Pinto, a COP30 será um marco global na luta contra as mudanças climáticas. “É um momento único para o Brasil consolidar sua liderança na transição energética. O país tem um enorme potencial para ser referência em soluções sustentáveis, e a energia solar é peça-chave nessa transformação", avalia. A COP 30 O evento reunirá líderes globais para discutir estratégias de combate às mudanças climáticas, com foco na redução de emissões de gases do efeito estufa, no financiamento climático e nos impactos socioeconômicos do aquecimento global. O Brasil, como anfitrião, terá a chance de destacar seu potencial em energias renováveis, especialmente a energia solar e eólica, além de debater o papel da Amazônia na regulação do clima global. A conferência deve impulsionar políticas públicas e investimentos sustentáveis, consolidando a liderança do país na transição energética e economia verde. "Mas precisamos de políticas públicas efetivas e incentivos que acelerem a adoção da energia solar em larga escala, garantindo um futuro mais limpo e resiliente para o planeta", alerta Souza. O papel da energia solar na descarbonização De acordo com o CEO da AXS Energia, a COP 30 deve dar ainda mais visibilidade à energia solar como uma solução concreta e acessível para a redução das emissões globais. O Brasil já é um dos líderes mundiais em geração solar distribuída, lembra, e este evento é a oportunidade para acelerar investimentos e políticas públicas voltadas para essa fonte limpa e renovável. "A energia solar não é apenas uma alternativa, mas um caminho necessário para a redução das emissões de carbono. Com custos cada vez mais competitivos e tecnologia avançada, podemos substituir fontes fósseis de forma eficiente e sustentável, garantindo segurança energética e desenvolvimento econômico", avalia. Energia solar acessível: um caminho para a inclusão energética A disponibilização de energia solar por meio de cotas, como o serviço ofertado pela AXS, pode, de fato, contribuir para uma transição energética justa, pois permite que mais pessoas tenham acesso à energia renovável sem a necessidade de altos investimentos iniciais. O sistema funciona como um modelo de compartilhamento, no qual consumidores podem adquirir frações da produção de uma usina solar remota e receber os créditos de energia na conta de luz. Assim, a energia limpa se torna mais acessível, beneficiando famílias de baixa renda, pequenas empresas e comunidades vulneráveis que, de outra forma, não poderiam instalar painéis solares próprios. Além do baixo custo, esse modelo impulsiona a democratização da energia, reduzindo a dependência de fontes fósseis, gerando empregos e fortalecendo a economia local, elementos essenciais para uma transição energética inclusiva e sustentável. Souza lembra que investir em energia solar não é apenas uma questão ambiental, mas também social e econômica. A geração distribuída e os grandes projetos solares geram empregos, impulsionam a inovação e garantem acesso a uma energia mais barata e sustentável para milhões de pessoas.
Modelo de energia limpa tem crescido no país incrementado pela disponibilização de cotas, que democratizam acesso ao dispensar grandes investimentos A energia solar nunca cresceu tanto no Brasil. De acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em janeiro deste ano, a geração de energia fotovoltaica avançou 32,9% em relação ao mesmo período do ano passado, consolidando-se como peça-chave na transição energética do país. O modelo de cotas e a descentralização impulsionam essa expansão, tornando a energia limpa mais acessível e econômica. Para o CEO da AXS Energia, Rodolfo de Souza Pinto, isso prova que a energia solar não é apenas uma tendência, mas uma necessidade. "Estamos falando de uma fonte limpa, renovável e acessível, que permite às empresas e famílias reduzirem custos e tornarem-se protagonistas na transição energética. O crescimento da matriz solar no Brasil comprova que o futuro da energia é descentralizado e sustentável", avalia. Brasil visto como estratégico No Brasil para tratar de estratégias de cooperação para a transição energética global, o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, sigla em inglês), Francesco La Camera, destaca que o país tem um papel fundamental para que o planeta alcance o objetivo de dobrar a eficiência energética e triplicar a capacidade de fontes renováveis, como solar, eólica e hídrica. "No ano passado, o Brasil demonstrou a capacidade de impulsionar o setor com um acréscimo de mais de nove gigawatts de energias renováveis em sua matriz", afirma. Em 2024, a energia solar atingiu uma marca histórica, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). O Brasil chegou a 52 GW de capacidade instalada, um aumento de 40% em relação a 2023. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a expansão na matriz elétrica foi de 10,9 GW, o maior crescimento desde 1997. O avanço veio acompanhado de um recorde na instalação de usinas. Do total de 301 novas plantas, a maior parte é de fontes renováveis, com destaque para a energia solar, que representa 51,87% (147 usinas). Desde o início da expansão da fonte no país, o setor fotovoltaico movimentou mais de R$ 238,3 bilhões em investimentos, gerou 1,5 milhão de empregos ‘verdes’ e contribuiu com R$ 73,8 bilhões em arrecadação tributária. Além disso, ajudou a evitar a emissão de 63 milhões de toneladas de CO₂, segundo a Absolar. Crescimento impulsionado por modelos inovadores A expansão da energia solar no Brasil está diretamente ligada a modelos inovadores, como o acesso à energia por meio de cotas, que democratiza o consumo dessa fonte renovável. Essa abordagem permite que empresas e consumidores sem espaço ou recursos para instalar painéis próprios possam se beneficiar da energia solar de forma prática e econômica. Além da ampliação do acesso, o modelo também gera economia na conta de luz. "Disponibilizar a energia solar por cotas democratiza o acesso à eletricidade renovável. Ele permite que mais consumidores se beneficiem da economia na conta de luz e contribuam para um sistema energético mais eficiente e sustentável. É uma solução inovadora que alia economia e responsabilidade ambiental", reforça o CEO da AXS Energia. Atualmente, a AXS Energia conta com 50 usinas conectadas, somando 120,5 MW de capacidade instalada. Essas usinas ocupam 478,58 hectares, o equivalente a 25 estádios do Maracanã, e estão distribuídas pelos estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Goiás. Apenas em 2024, 32 novas usinas foram conectadas. Com um investimento previsto de R$ 3,7 bilhões no mercado nacional até 2027, a empresa planeja ampliar sua capacidade de geração e expandir sua presença no território nacional. Até o final deste ano, a empresa espera alcançar a marca de 50 mil clientes atendidos, acompanhando a crescente demanda por energia limpa e acessível.