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Transição energética sustentável é urgente e há incentivo para modelos mais limpos no país. Saiba quais sãoSustentabilidade
Transição energética sustentável é urgente e há incentivo para modelos mais limpos no país. Saiba quais são

Em 2023, as emissões de dióxido de carbono ligadas à geração de energia aumentaram 1,1% e representaram um novo recorde global, de acordo com relatório da Agência Internacional de Energia (AIE). O número, que chegou a 37,4 bilhões de toneladas do gás, seria resultado de secas que, por sua vez, reduziram a parcela de energia hidrelétrica utilizada no mundo. Sem água, os países frequentemente acionam fontes de energia poluidoras, como as termelétricas, movidas a combustível fóssil. Se a mudança no regime de chuvas, que afeta o funcionamento das usinas hidrelétricas, é consequência direta das mudanças climáticas e, originalmente, as emissões de gases do efeito estufa são as grandes responsáveis por elas, constata-se que é urgente que haja uma transição energética sustentável. Energia solar no Brasil No Brasil, cerca de 50% da matriz energética é limpa e sustentável. O país é protagonista, segundo a AIE, e líder na América Latina quando se trata da expansão da energia renovável. O grande potencial para a geração de energia solar se dá, em grande parte, em função da sua localização geográfica privilegiada, que propicia a incidência de luz solar ao longo de todos os meses do ano. Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a energia solar está entre as maiores fontes renováveis utilizadas no país, correspondendo a 18% da matriz elétrica local. Essa quantidade é oriunda de usinas de geração centralizada conectadas ao Sistema Interligado Nacional. Quando se trata da geração distribuída, no entanto, a energia solar perde apenas para as usinas hidrelétricas, superando 41 GW. Desse número, 13 GW correspondem a grandes usinas e 28 GM vêm de sistemas de geração de pequeno e médio portes, diz a Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar). Países se mobilizam pela adoção da energia solar Mais de 300 políticas para incentivo à geração e uso de energia solar estão em vigor ao redor do mundo. Cada uma das iniciativas pode ser pesquisada no site da Agência Internacional de Energia (AIE). Entre os países com mobilização mais recente estão o Líbano, a Estônia, a Indonésia e os Estados Unidos. Fundos de financiamento, leilões e suportes para a transição energética em áreas rurais são alguns dos exemplos. O Fórum Econômico Mundial destaca, ainda, a Alemanha, que permite que quem produz energia em casa possa vender para a rede. Além de promover incentivos fiscais a quem faz reformas para deixar as casas energeticamente eficientes. O mesmo acontece na Austrália, país que tem o objetivo de ter toda a sua matriz energética renovável até 2030. Lá, residências com pequenas centrais de geração de energia - sejam elas solares, eólicas ou hidrelétricas - são beneficiadas por incentivos fiscais. A China já é líder em geração de energia renovável, avalia o Fórum. De acordo com a entidade, um em cada cinco painéis solares instalados no mundo vão parar em telhados do país. Residências e prédios comerciais têm isenção de tarifa para injeção da energia produzida na rede. Brasil tem regulamentação favorável e esforços legislativos Incentivos governamentais têm sido importantes para a transição energética e para o mercado de energia solar no Brasil. As iniciativas incluem programas de compensação, taxas de juros mais baixas em financiamentos e outros incentivos fiscais, como a redução e, até mesmo a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), em alguns estados. A principal ação é o Programa Nacional de Energia Solar Fotovoltaica (Pronasolar), instituído a partir de uma legislação em 2018, por meio de linhas de crédito. A iniciativa incentiva grandes projetos e a instalação de sistemas fotovoltaicos em residências, empresas e outras edificações. Com o aumento da geração distribuída de energia solar, as empresas distribuidoras podem expandir seu mercado, uma vez que serão responsáveis pela conexão e distribuição dessa energia gerada pelos consumidores. Já em março de 2023, um decreto presidencial incluiu o segmento de painéis fotovoltaicos no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (Padis). Com isso, os equipamentos fabricados pelas empresas habilitadas ao programa e utilizados para a geração de energia solar passaram a ter alíquota zero de impostos de importação e de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) até dezembro de 2026. Modelos inovadores facilitam a adesão dos consumidores De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em pesquisa realizada em parceria com o SEBRAE, o uso da energia solar é uma realidade em 14% dos pequenos negócios brasileiros. A escolha pela energia limpa não cresce apenas devido à preocupação ambiental, mas também por causa do alto impacto que a conta de energia causa nos custos operacionais das empresas. Todos os incentivos governamentais, modelos inovadores e a possibilidade de utilização da energia solar compartilhada, como os serviços que a AXS Energia oferece, tornam ainda mais acessível a adesão do consumidor residencial a uma matriz energética sustentável e econômica. Por meio da aquisição de uma cota, não há necessidade de obras para instalação de painéis. A energia é gerada nas fazendas solares da empresa e injetada na rede local. Hoje, a marca atende os estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso e Goiás. Nesse modelo, o consumidor não precisa instalar placas solares e outros equipamentos para ter acesso à energia solar fotovoltaica. Posteriormente, a energia gerada pela cota é convertida em créditos que serão abatidos na conta de luz, proporcionando assim uma energia mais sustentável e econômica, com desconto de até 10%.

Desenvolvimento Sustentável: energia limpa e menos impacto ambiental com ajuda das abelhas.Sustentabilidade
Desenvolvimento Sustentável: energia limpa e menos impacto ambiental com ajuda das abelhas.

Notórias pelo trabalho incansável em suas colmeias para a produção de mel, as abelhas podem até ser pequenas em tamanho, mas são gigantes quando se trata da sua contribuição com a vida na Terra. Isso porque esses insetos são responsáveis pela polinização de cerca de 80% dos alimentos que os seres humanos consomem no planeta.  Mas, em tempos de mudanças climáticas e perda de biodiversidade em vários biomas, todo esse trabalho está ameaçado. O desmatamento, a poluição do ar, o aumento das temperaturas globais, o uso de pesticidas e a prática de monoculturas colocam as abelhas em risco de extinção.  De acordo com a Fundação Save the Bees (Salve as Abelhas), a população mundial de abelhas foi reduzida pela metade nos últimos 75 anos. Por isso, trabalhos como a parceria da AXS Energia e da Integrapis, uma startup especializada na cadeia produtiva das abelhas, são tão importantes.  As empresas desenvolvem o “Abelhas: um ambiente amigável”, por meio do qual as usinas de energia solar da AXS Energia tornam-se locais seguros para esses animais. Assim, as abelhas mantêm as suas atividades, garantem a sua existência e a continuidade da produção de alimentos.  Parceria AXS e Integrapis Os apiários instalados nas fazendas solares, que já contam com a presença natural de plantas nativas e flores silvestres, garantem as condições fundamentais para o aumento da polinização em todo o entorno.  O benefício é direto para os produtores rurais da região: a energia limpa é somada ao aumento da biodiversidade e ao incremento da produção de alimentos. Consequentemente, há o impacto na renda desses produtores. Ou seja, uma verdadeira ação completa de desenvolvimento sustentável.    O trabalho com a Integrapis começou em fevereiro de 2023, quando as empresas assinaram um acordo para a implementação da primeira usina fotovoltaica amigável às abelhas no Brasil. A instalação aconteceu em julho do mesmo ano na Unidade Fotovoltaica (UFV) Paulo Valias, situada em São Gonçalo do Sapucaí (MG). Graças ao sucesso do projeto piloto, duas outras usinas em Minas Gerais foram escolhidas para receber apiários: nas cidades de Três Pontas e Três Corações.  Como funciona o projeto? Com o “Abelhas: um ambiente amigável”, além de produzir energia limpa, as usinas fotovoltaicas passam a abrigar também as abelhas e o seu potencial de polinização das plantas, promover a biodiversidade e trazer benefícios aos agricultores das áreas próximas.  Todas as ações são realizadas em colaboração com a equipe da Integrapis, garantindo a harmonia entre a produção de energia fotovoltaica e a preservação das abelhas. A Integrapis oferece conhecimento, gestão, tecnologia, produtos personalizados e conveniência para a cadeia produtiva das abelhas. E os apicultores recebem uma renda mínima pelo trabalho nas colmeias.  As abelhas nativas do Brasil e a sua importância No mundo, são mais de 20 mil espécies de abelhas, de acordo com a organização Save The Bees. Entre elas, as abelhas sociais sem ferrão, de fácil manejo e extrema importância para o equilíbrio ambiental. Estima-se que das 420 espécies de abelhas sem ferrão que existem no planeta, 300 podem ser encontradas no Brasil, segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).  Elas vivem em ninhos bem organizados em castas - divididas entre rainhas, operárias e zangões. Em condições ambientais ideais, os ninhos podem ser encontrados em troncos de árvores, no chão em frestas de muros e uma infinidade de outros locais. Essas condições incluem uma biodiversidade de plantas chamadas melíferas. É destas plantas que elas retiram o néctar para sua alimentação e produção do mel dentro das colmeias. Nesse processo, as abelhas acabam por colaborar com a polinização.  E por que a polinização é tão importante? Porque, sem esse trabalho, a alimentação de seres humanos e animais fica ameaçada. Os frutos e sementes produzidos como resultado da polinização por abelhas nativas são uma fonte importante de alimento para muitos animais, incluindo mamíferos, aves e outros insetos. A Confederação Brasileira de Apicultura afirma que as abelhas são responsáveis por 80% da polinização dos vegetais e promovem até 30% de aumento na produtividade agrícola, em especial em cultivos de frutas, como cítricos, maçã e na produção de café.  Ao polinizar uma variedade de plantas, as abelhas também contribuem para a diversidade genética das plantas em um ecossistema. Isso é fundamental para a saúde e a resiliência dos ecossistemas naturais, pois aumenta a variedade de alimentos disponíveis para outros organismos e promove a estabilidade dos ecossistemas. Além de tudo isso, as abelhas ainda são responsáveis pela produção de mel, que tem importância econômica, cultural e gastronômica em diversos locais.  Por tudo isso, as abelhas e o projeto da AXS em parceria com a Integrapis estão intimamente ligados, mas vão muito além da agenda ESG (que em português significa Ambiente, Social e Governança) e dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.   

Causas, efeitos e medidas contra as mudanças climáticasSustentabilidade
Causas, efeitos e medidas contra as mudanças climáticas

Dados divulgados pelo observatório climático europeu Copernicus nas primeiras semanas de fevereiro servem de alerta para o aquecimento do planeta. De acordo com os cientistas da instituição, além de 2024 ter registrado o início de ano mais quente da história, pela primeira vez a Terra aqueceu 1,5º C em 12 meses seguidos desde a era pré-industrial.  As mudanças climáticas, assunto frequente nos últimos anos, referem-se a alterações nos padrões de temperatura e clima, que podem até mesmo ser naturais, mas vêm se intensificando desde os anos 1800. São as atividades humanas as maiores causadoras da emissão de gases do efeito estufa, assim chamados, porque é dessa forma que eles agem. Quando liberados, eles formam uma espécie de estufa ao redor do planeta, de modo a reter o calor que vem da radiação solar.  O dióxido de carbono e o metano são os principais responsáveis por esse fenômeno e são gerados por meio da utilização de veículos movidos a combustíveis derivados de petróleo, como a gasolina, de aquecedores com funcionamento a carvão em edificações, de atividades agropecuárias e produção industrial, além da geração de energia não-renovável, como as termelétricas.  E o que pode ser feito para frear esses efeitos e evitar a degradação do meio ambiente? De maneira objetiva, a necessidade é voltada para a redução das emissões desses gases. O Acordo de Paris, assinado por diversos países do mundo, incluindo o Brasil, e entidades como a Rede de Cidades C40 são algumas das ações comprometidas com a redução e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.   Problema vai além das temperaturas O calor extremo, por si só, já causa desconforto aos seres humanos e animais. Mas esse desequilíbrio vai além. As mudanças climáticas também trazem frio extremo, alteram regimes de chuvas, provocam enchentes e secas extremas e causam incêndios florestais. Há ainda o risco de aumento do nível do mar e inundações pelo derretimento do gelo polar e declínio da biodiversidade em todos os biomas do planeta. A Organização das Nações Unidas (ONU) revelou, no Relatório sobre Estado das Espécies Migratórias, que 44% das espécies migratórias estão em declínio e 20% delas correm risco de extinção. Como os animais, que acabam deixando seus habitats em função dos efeitos das mudanças climáticas, comunidades inteiras em diversas cidades acabam desabrigadas devido a eventos climáticos extremos. Em janeiro de 2024, cerca de 9 mil pessoas ficaram desalojadas e 300 desabrigadas devido a fortes chuvas no estado do Rio de Janeiro. Em fevereiro do mesmo ano, um deslizamento de terra arrastou uma rodovia para dentro de um rio no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Entre diversos desastres ambientais pelo país, os impactos atingem a esfera social e econômica. As secas, da mesma forma, são prejudiciais para a produção agrícola, para a alimentação dos seres humanos e para a produção industrial, já que prejudicam o fornecimento de água, essencial para diversos setores.   Soluções governamentais globais (e locais) O Brasil teve o termo “mudanças climáticas” incorporado ao nome do Ministério do Meio Ambiente e vem ampliando esforços para conter o aumento das temperaturas. Em setembro de 2023, a ministra Marina Silva atualizou a meta climática do país, que agora se compromete a reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 48% até 2025 e em 53% até 2030. A promessa anterior era de cortá-las em 37% e 50%.  O anúncio aconteceu na Cúpula da Ambição Climática, realizada pela ONU em Nova York, após decisão do Comitê Interministerial de Mudança do Clima (CIM), composto por 18 ministérios. Entre as medidas para reduzir as emissões estão o combate ao desmatamento ilegal e a proteção de florestas nativas. Em 2022, o Brasil emitiu 2,3 bilhões de toneladas brutas de gases do efeito estufa, de acordo com o relatório do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), do Observatório do Clima. O valor, 8% menor do que o de 2021, pode ser explicado pela redução do desmatamento na Amazônia, de acordo com o documento.  No Congresso Nacional, seguem em discussão projetos relacionados ao mercado de carbono. Um deles, o PL 2148/2015, cria o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE). O texto já foi aprovado pela Câmara e voltará para a análise dos senadores. No país, ainda há quatro municípios que fazem parte de uma organização global de cidades comprometidas com o combate às mudanças climáticas, a Rede C40. São elas São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Curitiba. Sob a liderança e com o apoio do grupo, as prefeituras trabalham localmente em projetos voltados à mitigação e à resiliência para que as temperaturas globais sejam mantidas no limite de aquecimento de 1,5º C, conforme o que prevê o Acordo de Paris, tratado firmado em 2015.   Ações individuais contra as mudanças climáticas Em janeiro de 2024, ações sustentáveis para começar o ano foram assunto no Blog da AXS e boa parte delas também pode contribuir, individualmente, para a diminuição da emissão de gases do efeito estufa. A redução da geração de lixo e a destinação correta de resíduos são algumas delas, incentivadas pelo consumo consciente e pela reutilização dos materiais. Outra opção é ajudar as cidades na manutenção da infraestrutura verde, com o plantio de árvores - que sequestram gás carbônico e ajudam a deixar as temperaturas mais amenas em meio a grandes áreas impermeáveis e cobertas por concreto. Além disso, a opção pelo uso de energias renováveis, como a solar, é um incentivo à transição energética no país. Nessa área, já é possível perceber avanços. De toda a energia gerada no Brasil no ano passado, 93% teve como origem as fontes renováveis, como a hídrica, a solar e a eólica, de acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).  

5 dicas para iniciar o ano com ações sustentáveis no dia a dia Sustentabilidade
5 dicas para iniciar o ano com ações sustentáveis no dia a dia 

  As mudanças climáticas evidenciam cada vez mais a importância do papel de todos no combate ao aquecimento global, à destruição das matas, à poluição dos rios e oceanos e à escassez hídrica. Em um planeta com cerca de 8 bilhões de habitantes, o impacto gerado em massa é evidente. No entanto, a mudança nas ações individuais é o agente transformador para mudar esse cenário e agir, de fato, pela preservação do meio ambiente.  Hábitos como evitar o descarte de materiais plásticos e economizar a água nas lavagens de louça e nos banhos são atitudes essenciais e que diminuem o impacto de cada indivíduo no meio ambiente. Para além dessas medidas, nós, da AXS Energia, separamos cinco dicas para estimular a conscientização sobre o tema e dar início ao novo ano com a aplicação de ações sustentáveis no dia a dia. Confira:  Separe os resíduos e dê a destinação correta   No Brasil, 96% dos resíduos produzidos não são reaproveitados, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). Quando não reciclado ou destinado da forma correta, o resíduo pode parar nos lixões a céu aberto, um descarte que prejudica tanto a qualidade do ar, pela emissão dos gases de decomposição, quanto a qualidade do solo, pela contaminação dos lençóis freáticos.   Os resíduos considerados recicláveis podem ser separados para a coleta seletiva dos municípios ou, até mesmo, levados aos centros de reciclagem e pontos de coleta. Já no caso dos resíduos orgânicos, eles podem servir de adubo para as plantas e, nas residências, colaborar para um sistema de compostagem caseiro para dar um destino útil a esse resíduo sem prejudicar a natureza.  Compre de empresas que se preocupem com o impacto gerado ao meio ambiente  Independentemente do produto ofertado ou do serviço prestado, atualmente, é essencial que as empresas tenham a preocupação com a sustentabilidade como um pilar. Além do lucro e da experiência do cliente, pequenos e grandes negócios devem ampliar o olhar e entender o impacto gerado na comunidade por todo o processo produtivo.  De acordo com o nicho, é importante repensar diversos pontos, como a geração de resíduos, a emissão de gases de efeito estufa e a responsabilidade social e ambiental de fornecedores e parceiros. Por isso, optar por marcas que investem em iniciativas voltadas à preservação da natureza é uma maneira de se engajar com pessoas que dividem o mesmo objetivo: um futuro sustentável.  Opte por transportes alternativos ou coletivos  Os carros e as motocicletas podem ser formas de transporte eficientes e rápidas para o dia a dia. No entanto, a emissão de dióxido de carbono oriunda da queima de combustíveis fósseis é extremamente prejudicial ao meio ambiente. De acordo com o Relatório Analítico 2023 do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), os dados referentes a 2022 nas atividades de energia, processos industriais e uso de produtos revelam que o setor de transportes é responsável por 44% das emissões.  Visto o impacto dos meios movidos à gasolina, diesel e gás natural, é preciso partir de ações individuais para transformar esse cenário. O transporte coletivo, como os ônibus, vans e caronas, é uma boa opção para reduzir a poluição gerada pelo setor. Ao mesmo tempo, a tecnologia oferece diversas opções de transportes alterativos para zerar a emissão, como é o caso dos patinetes elétricos e das bicicletas.  Dê preferência a produtos que não tenham embalagem plástica  De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, no Brasil, aproximadamente um quinto do lixo é composto por embalagens. Em diversos setores, como o alimentício e o de vestuário, as embalagens são consideradas indispensáveis para a experiência do cliente. No entanto, já existem empresas que apostam na redução da geração desse tipo de resíduo e na otimização da reciclagem dos materiais, priorizando as embalagens de papel no lugar das de plástico.   Além das embalagens geradas, é importante reconhecer as empresas que oferecem pontos para descarte de embalagens dos seus produtos para a reciclagem e, também, as marcas que desenvolvem sistemas de logística reversa para diminuir a quantidade de lixo gerado. No dia a dia, a opção por lojas de alimentos a granel, shampoos e condicionadores em barras, ecobags e canudos reutilizáveis são exemplos de práticas que contribuem para diminuir os danos ao meio ambiente.  Opte por energias renováveis para residências e comércios  Ao contrário do uso de combustíveis fósseis para a geração de energia, as fontes renováveis são inesgotáveis e causam menores impactos ao meio ambiente. A energia solar, por exemplo, é gerada por meio de painéis fotovoltaicos, que fazem a captação da luz do sol e produzem uma energia limpa. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), hoje, esse formato representa apenas 16,5% da matriz elétrica brasileira, o que mostra o espaço para expansão no setor.  Ao contrário do que muitos pensam, hoje em dia já não é necessária uma grande quantia de investimento para a instalação de equipamentos próprios nas residências ou comércios que querem optar por uma fonte renovável. Para facilitar o fornecimento e otimizar a geração dos painéis para diminuir a quantidade de equipamentos, a energia solar por assinatura pode ser feita em diversos estados do Brasil. 

Projeto Carbono Negativo - A AXS é aliada no combate às emissões de CO² na atmosferaSustentabilidade
Projeto Carbono Negativo - A AXS é aliada no combate às emissões de CO² na atmosfera

Na produção de eletricidade, painéis fotovoltaicos produzem menos gases de efeito estufa do que a queima de combustíveis fósseis O constante aumento na média da temperatura global é uma das principais preocupações da comunidade científica em todo mundo. Em 2023, a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), responsável pela administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos, mediu que a Terra registrou o dia mais quente da história do levantamento com 17,01ºC - recorde anterior era de 2016, com 16,92ºC. Um dos principais responsáveis por esse aumento crescente na temperatura global são os gases de efeito estufa, em especial o dióxido de carbono (CO²). Esses compostos são comumente liberados na atmosfera oriundos da queima de combustíveis fósseis como os derivados de petróleo (gasolina, diesel, entre outros), o carvão mineral e o gás natural. Desde o início da Primeira Revolução Industrial, na metade do Século XVIII, os combustíveis fósseis ganharam papel central na produção de energia na sociedade, seja na alimentação de caldeiras e outros dispositivos de geração elétrica no setor industrial ou como combustível para os veículos automotivos e de transporte coletivo e de carga. Com a percepção dos impactos ao meio ambiente, se ampliou o debate sobre a importância de se aliar a produção energética a fontes renováveis e o crescimento da energia solar no mercado é um dos principais exemplos desse movimento. Levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) apontou que, somente no Brasil, a energia solar auxiliou na redução da emissão de 19,6 milhões de toneladas de CO² até março de 2022. Dentro desse cenário, o país tem registrado crescimento na produção de energia solar. Dados do Ministério de Minas e Energia (MME) apontam que, entre os meses de janeiro e setembro de 2023, houve o maior aumento na capacidade de geração solar centralizada da história do país, com 3 GW (gigawatts). Em 2022, por exemplo, o acréscimo no ano todo foi de 2,5 GW. Atualmente, o país conta com 18 mil usinas solares responsáveis pela produção de 10,3 GW anualmente. Na AXS Energia, essa transformação é vista na prática. Nosso projeto Carbono Negativo possibilita a compensação das emissões durante o processo de geração de energia fotento da capacidade instalada, nos tornar carbono negativo até 2026. Nosso comprometimento vai além da oferta de uma energia de qualidade via assinatura. Em todo o processo, oferecemos soluções que gaovoltaica. Com usinas instaladas nos estados de Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, São Paulo, e em 2024 Goiás, oferecemos uma energia proveniente de fontes renováveis, o que gera créditos de carbono junto às distribuidoras locais. Assim, planejamos neutralizar nossas emissões até 2025 e, com o crescimrantem menor impacto ao meio ambiente em todos os estados onde atuamos.

Desenvolvimento sustentável passa pelo investimento em fontes energéticas renováveisSustentabilidade
Desenvolvimento sustentável passa pelo investimento em fontes energéticas renováveis

O desenvolvimento sustentável busca aliar a proteção ao meio ambiente à geração de renda e é um dos conceitos fundamentais para a sociedade atual, uma vez que é indispensável para a garantia do atendimento das necessidades das futuras gerações. Para por em prática o conceito, as ações individuais devem ser um complemento às ações das grandes instituições. O governo, por exemplo, pode implementar campanhas de incentivo à coleta seletiva e proporcionar equipamentos e profissionais que viabilizem esse recolhimento. Já as empresas, podem apostar em embalagens retornáveis ou reutilizáveis, evitando a produção de materiais descartáveis que utilizem plástico em sua composição. Por outro lado, todos os cidadãos podem adotar medidas que beneficiem a comunidade e o planeta. A escolha de meios de transporte alternativos, como as bicicletas, ou coletivos, como os ônibus, é um exemplo de prática sustentável que evita ou diminui a quantidade de gases poluentes emitidos na atmosfera. Uma das principais ferramentas para a promoção desse modelo econômico é a adoção de fontes energéticas renováveis em detrimento dos combustíveis fósseis. A energia solar, por exemplo, pode ser utilizada por grandes empresas e, até mesmo, por pequenas residências. A tecnologia utilizada nas placas solares proporciona uma energia limpa e conserva outros recursos naturais. Desenvolvimento sustentável no Brasil O Brasil está em uma posição de destaque dentro do mercado mundial de energias renováveis. Dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) apontaram que a geração solar centralizada apresentou o maior crescimento entre as fontes verdes de energia em 2022, com alta de 64,3% na comparação com o ano anterior. O segmento foi responsável pela produção de mais de 1,4 mil MW. O potencial ainda não explorado pelo país dentro desse mercado também é grande. O Banco Mundial divulgou, em 2023, o Relatório sobre Clima e Desenvolvimento para o Brasil e apontou que a nação tem quase metade de sua energia oriunda de fontes renováveis - sendo que, na distribuição elétrica, esse número salta para 82%, enquanto a média mundial é de 28,8%. Nós, da AXS Energia, fomentamos o desenvolvimento sustentável no Brasil por meio do mercado fotovoltaico de energia. Com usinas instaladas nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, oferecemos a popularização dessa matriz energética por meio de um serviço de assinatura. Assim, além do consumidor ter acesso a uma energia menos poluente e com menor custo, diminuímos o uso de matérias-primas para a produção dos equipamentos para a geração energética. Tudo isso é feito com a participação conjunta das distribuidoras locais de energia, o que garante a viabilidade da entrega e, ainda, permite descontos tarifários para nossos clientes.

AXS ajuda pequenas empresas a ampliarem ações sustentáveis para atingir os 17 ODS da ONU Sustentabilidade
AXS ajuda pequenas empresas a ampliarem ações sustentáveis para atingir os 17 ODS da ONU

O que são ODS e por que devemos adotá-los nos próximos anos?  Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para 2030 são uma iniciativa global liderada pela Organização das Nações Unidas (ONU), que foram criadas com o objetivo de promover um mundo mais justo, sustentável e equilibrado para todos até o ano de 2030.   Esses objetivos compreendem 17 metas que abrangem uma série de temas, tais como: erradicação da pobreza, proteção do meio ambiente, igualdade de gênero, educação de qualidade e redução das desigualdades.  Reforço do compromisso durante o Acordo de Paris  Para garantir que as ações sejam implementadas até o final do século, em 2021, seis anos após a criação das ODS, foi estabelecido um acordo adicional, que fora batizado Acordo de Paris. De acordo com o livro: “Acordo de Paris, um guia para os perplexos” (2021, p. 11), ele é composto por:   “195 países mais a União Europeia que precisam decidir urgentemente sobre uma reforma na estrutura da economia mundial, para que o prédio do sistema terrestre não colapse devido ao efeito da mudança climática”.  Segundo os autores, na reforma adotada em 2015: “foram estabelecidas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa (“mitigação”), de adaptação aos piores efeitos do aquecimento global, e demanda de dinheiro (“meios de implementação”) para ser implementado”.  A energia solar tem um grande potencial para ajudar a reduzir a dependência de combustíveis fósseis e mitigar as mudanças climáticas, além de ser uma fonte de energia acessível para comunidades remotas e em desenvolvimento.  A expansão da energia fotovoltaica tem um impacto direto em vários dos ODS. Por exemplo, o ODS 7, que visa garantir acesso à energia limpa e acessível para todos, pode ser alcançado por meio do uso de energia fotovoltaica.  Além disso, o ODS 13, que tem como objetivo combater as mudanças climáticas e seus impactos, também pode ser alcançado por meio da expansão da energia fotovoltaica, já que ela reduz a emissão de gases de efeito estufa.  Outros ODS que podem ser impactados pelo uso de energia fotovoltaica incluem o ODS 4, que visa garantir uma educação de qualidade para todos, já que a energia fotovoltaica pode ser usada para fornecer eletricidade para escolas em áreas remotas e sem acesso à rede elétrica.  O ODS 1, que busca erradicar a pobreza em todas as suas formas, também pode ser impactado pela energia fotovoltaica, já que ela pode ser usada para fornecer eletricidade para comunidades carentes e sem acesso à rede elétrica, ajudando a melhorar a qualidade de vida dessas pessoas.  Em resumo, o uso de energia renovável, em especial a energia fotovoltaica, é crucial para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para 2030.  Além de ser uma fonte de energia limpa e renovável, ela pode ajudar a reduzir a dependência de combustíveis fósseis e mitigar as mudanças climáticas, se tornando acessível para comunidades remotas e em desenvolvimento.  Faça você também a diferença!  Se você sempre quis deixar um legado sustentável, preservando o meio ambiente para as próximas gerações, te convidamos a fazer parte da transição energética!  Realize a troca do uso de combustíveis fósseis a tecnologia fotovoltaica com a nossa ajuda.   Acesse: www.axsenergia.com.br   

Dia de Proteção às Florestas: seja você um defensor do meio ambienteSustentabilidade
Dia de Proteção às Florestas: seja você um defensor do meio ambiente

No dia 17 de julho foi comemorado o Dia Nacional de Proteção às Florestas, data importante para a conscientização sobre a preservação dos biomas nacionais. Dados do Relatório Anual de Desmatamento (RAD2022), produzido pelo MapBiomas, apontam que o desmatamento no Brasil cresceu 22,3% em 2022, na comparação com 2021, sendo que no período total avaliado, de 2019 a 2022, foram registrados 303 mil eventos dessa natureza, equivalentes a 6,6 milhões de hectares. O cenário é ainda mais crítico ao se observar que cinco dos seis biomas brasileiros apresentaram crescimento em desmatamento: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pampa e Pantanal. Apenas a Mata Atlântica apresentou índices positivos no período. Por isso, sem a redução desses índices de desmatamento, diversas espécies da fauna e flora brasileira poderão deixar de existir. A pesquisa “Contas de ecossistemas: espécies ameaçadas de extinção no Brasil”, desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2022, apontou ainda que 42,7% da flora e 9% da fauna presentes nos biomas nacionais estão criticamente em perigo. De acordo com a análise, a Mata Atlântica possui o maior número de espécies vulneráveis e extintas, seguida pelo Cerrado. Vista a gravidade dos dados, essa preocupação com a sustentabilidade e a preservação dos biomas nacionais é compartilhada por nós, da AXS Energia. Com usinas instaladas nos estados de Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso, São Paulo e Goiás, reforçamos o movimento sustentável em grande parte das regiões que se encontram no topo da lista de espécies ameaçadas. Alinhados ao nosso propósito, fazemos parte da busca por novas formas de preservar os recursos naturais e facilitar o acesso da população às fontes renováveis de energia. Para cumprir o nosso papel, fazemos questão de garantir que todas as nossas usinas sejam avaliadas e aprovadas junto às concessionárias locais de energia, garantindo o menor impacto ambiental possível. No entanto, esse movimento precisa ser conjunto, rumo à conscientização da população por um mundo mais sustentável. Por isso, a data é também relacionada à figura folclórica do Curupira, o defensor das matas. A lenda, parte da cultura popular no Brasil, não é recente. Esteve presente na infância de grande parte da população para disseminar a mensagem da sustentabilidade e da responsabilidade de cada indivíduo com a natureza. Por isso, ao invés de comemorar a data, a AXS se mobilizamos pela conscientização do papel que todos temos na preservação do meio ambiente.